Belle, is the only word I know that suits her well. When she dances oh the stories she can tell. A free bird trying out her wings to fly away. And when I see her move I see hell to pay. She dances naked in my soul and sleep won't come. And it's no use to pray these prayers to Notre dame. Tell, who'd be the first to raise his hand and throw a stone. I'd hang him high and laugh to see him die alone. Oh Lucifer please let me go beyond god's law. And run my fingers through her hair, Esmeralda.
Belle, there's a demon inside her who came from hell. And he turned my eyes from god and oh, I fell. She put this heat inside me I'm ashamed to tell. Without my god inside I'm just a burning shell. The sin of eve she has in her I know so well. For want of her I know I'd give my soul to sell. Belle, this gypsy girl is there a soul beneath her skin. And does she bear the cross of all our human sin. Oh Notre dame please let me go beyond gods law. Open the door of love inside, Esmeralda.
Belle, Even though her eyes seem to lead us to hell. She may be more pure, more pure than words can tell. But when she dances feelings come no man can quell. Beneath her rainbow coloured dress there burns the well. My promised one, please let me one time be untrue. Before in front of god and man I marry you. Who would be the man who'd turn from her to save his soul. To be with her I'd let the devil take me whole. Oh Fleur-de-lys I am a man who knows no law. I go to open up the rose, Esmeralda
She dances naked in my soul and sleep won't come. And it's no use to pray these prayers to Notre dame. Tell, who'd be the first to raise his hand and throw a stone. I'd hang him high and laugh to see him die alone. Oh Lucifer please let me go beyond god's law. And run my fingers through her hair, Esmeralda. Esmeralda.
Sibila entre as lápides da necrópole o vento triste da tarde monótona. É um dia comum. Ninguém vem em busca de seus mortos. O cemitério está vazio e adormecido na melancolia do abandono ! Mas se olhos de carne aparecessem Não veriam a população invisível que pulula entre os túmulos. Os seres ocultos que perambulam pelas estreitas vielas de sepulcros. Almas angustiadas e desiludidas Choram inconformadas sobre os despojos. Despojos que já não lhes pertencem, E à natureza voltam os átomos que lhes formaram. Não vislumbram, essas almas, o horizonte infinito De vida imorredoura que se abre adiante. Apegadas à ultima experiência terrestre Se jogam sobre seus restos mortais Como a querer ressuscitá-los, Levá-los de volta ao baile vicioso das convenções humanas. Delitos, crimes, descuidos morais aparecem agora em suas telas mentais. Juízes implacáveis jogam-lhe em rosto os deslizes perpetrados. Angustia e sofrimento. Lágrimas amargas de revolta ou de arrependimento. Não enxergam os bons gênios que lhes assistem no transe doloroso. No trabalho do alívio e esclarecimento. Apenas se prendem ao motivo de suas desditas. Alheios ao espetáculo belíssimo da vida infinita. Mas Deus não descansa nunca a Sua misericórdia. Socorre - com Seus bons gênios - seus filhos desgraçados onde estiverem. Novos caminhos e horizontes se abrem. Reencontrarão a trilha perdida no colo terno de uma nova mãe. No seio seguro de uma nova família. Na experiência de um novo corpo humano. Na vereda renovadora e salutar de uma nova encarnação ! Não lembrarão mais os uivos tristes do vento entre as lápides. Não mais buscarão o corpo velho que devolve à natureza as partículas que lhes formaram. O juiz implacável não mais lhes cuspirá em rosto os erros pretéritos. A lembrança adormecida é o esquecimento bendito que lhes garantirá paz de espírito. ...e lhes norteará na busca dos valores eternos. Sim, é a criança - o recém nascido, que traz alegria à família, E satisfação aos pais exultantes, Espírito antigo, talvez antigo comparsa, Companheiro de distante ou recente passado ! Deus nos encandeia os destinos, nos vela, Nos faz tomar o caminho de um progresso incessante. ------------------------------------------------------- Na manhã bonita e clara, o vento sopra calmo; O Sol entra pela janela aberta iluminando o quarto, Onde um bebê sorri em um berço entretido com algum brinquedo, Sob o olhar carinhoso e complacente de uma mãe feliz, Que o guiará na nova encarnação, Na vereda infinita que é a vida.